keyboard_arrow_right keyboard_arrow_left

Delegada Sato | Segurança Pública, Mulher e Experiência por São Paulo

Delegada Elisabete Sato: uma vida dedicada à segurança pública de São Paulo

Elisabete Ferreira Sato Lei, conhecida como Delegada Sato, construiu uma trajetória marcada por trabalho, coragem, preparo técnico e compromisso com a população de São Paulo.

Filha de um tintureiro japonês e de uma empregada doméstica mineira, Elisabete nasceu em São Paulo e cresceu em uma família que lhe ensinou, desde cedo, o valor da honestidade, da disciplina e do serviço ao próximo. Sansei, neta de imigrantes japoneses, carrega com orgulho sua origem e a história de uma comunidade que ajudou a construir o Brasil com trabalho, respeito e perseverança.

Sua história na segurança pública começou em abril de 1976, aos 18 anos, quando ingressou como escriturária no antigo Departamento Estadual de Investigações Criminais, o DEIC. Na época, poucas mulheres ocupavam espaço dentro da polícia. Mesmo assim, foi ali que nasceu sua vocação.

Ao acompanhar o trabalho de investigadores em casos de homicídio, Elisabete percebeu que a investigação policial era muito mais do que técnica. Era a busca pela verdade. Era dar resposta às famílias. Era devolver dignidade às vítimas.

Depois de concluir sua formação em Direito, foi aprovada no concurso para delegada de polícia em 1989. A partir daí, iniciou uma carreira sólida na Polícia Civil de São Paulo, atuando em distritos policiais da capital, na Delegacia do Aeroporto, na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher e na área de homicídios.

Ao longo da carreira, dedicou-se a temas sensíveis e fundamentais para a sociedade, como a proteção de mulheres, crianças, adolescentes, vítimas ameaçadas e famílias atingidas pela violência. Também chefiou a primeira Delegacia da Criança instalada no Brasil, atuou no combate ao microtráfico nas proximidades de escolas e teve participação no PROVITA, Programa de Proteção a Testemunhas e Vítimas Ameaçadas.

 

Em 2013, Delegada Sato fez história ao se tornar a primeira mulher a dirigir o Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa, o DHPP, um dos órgãos mais estratégicos da Polícia Civil de São Paulo. Foi uma conquista simbólica e concreta: a mesma jovem que havia começado no sistema como escriturária voltou ao mesmo universo décadas depois para comandar uma das áreas mais importantes da segurança pública paulista.

À frente do DHPP, liderou equipes, investigações e decisões difíceis, sempre com equilíbrio, responsabilidade e respeito à lei. Sua atuação consolidou uma imagem pública de seriedade, independência e preparo técnico.

Além da atuação policial, Elisabete Sato também construiu uma trajetória na formação de novos profissionais da segurança pública. É professora concursada da Academia de Polícia Civil de São Paulo, a Acadepol, onde contribui para a formação de delegadas e delegados em temas como gerenciamento de crises, direito processual penal, Estatuto da Criança e do Adolescente e proteção a testemunhas.

Mestre em Psicologia Educacional e especialista em Gestão em Segurança Pública e Justiça Criminal pela USP, também realizou curso de gerenciamento de crises e negociação de reféns pelo FBI.

Sua experiência une prática, estudo e vivência real. Delegada Sato conhece a segurança pública por dentro. Conhece a dor das vítimas, os desafios da investigação, a importância da prevenção e a responsabilidade do Estado diante da violência.

Em 2026, coloca sua história à disposição de São Paulo como candidata a Deputada Estadual pelo MDB, com uma missão clara: defender uma segurança pública séria, técnica e humana, que proteja mulheres, crianças, idosos, famílias e todos os cidadãos.

Suas principais bandeiras são a valorização da Polícia Civil, o fortalecimento da investigação, o combate à violência doméstica, a proteção dos órfãos do feminicídio, a defesa das crianças e adolescentes, o enfrentamento ao crime organizado e a construção de políticas públicas que tragam mais segurança para a vida real das pessoas.

Delegada Sato não fala de segurança pública apenas pelo discurso. Fala pela experiência de quem dedicou 50 anos da vida a proteger São Paulo.

Começou pela porta simples, enfrentou barreiras, abriu caminhos para outras mulheres e nunca esqueceu sua missão: proteger pessoas com coragem, técnica e compromisso com a verdade.